“Não sou obrigada”

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Mesmo preocupada com a onda conservadora que acomete o planeta, Marina Lima segue otimista quando se trata dos direitos individuais das mulheres, dos negros, e dos homossexuais.

Ícone da música pop nos anos 80 e referência de libertação sexual, Marina fala ao Trip Fm do papel do artista em naturalizar essas questões e fazer avançar a discussão, mas reforça que, ao 61 anos, não quer mais a responsabilidade de servir de exemplo.

“Eu não me sinto mais obrigada de ser nada daquilo que eu não acredito”, afirma a cantora.

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