Aqueles que mantêm vivo o sonho americano

Atualmente Ferati dirige a Sociedade Jefferson, um laboratório de ideias que a cada ano organiza uma conferência em Erie com convidados de renome mundial. Quando fala de Erie, diz “minha casa” ou “nós”. Em seu escritório tem bustos de Jefferson e Madison (e um retrato de Madre Teresa de Calcutá, albanesa como ele). Sua história não tem nada fora do comum. Ele poderia ser um dos sírios que, duas décadas depois da explosão dos Bálcãs, voltam a repetir a experiência: fogem de outra região de guerra e acham refúgio nos EUA em lugares como Erie: uma cidade sem arranha-céus nem atrações turísticas e que, como outras nesta região, sofreu com a globalização e viu nas últimas décadas fábricas serem fechadas e moradores se mudarem.

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